A herança trazida pelos colonizadores dos Açores no século XVIII segue viva e pulsante em Penha — nas festas, na gastronomia, na lida com o mar. Açores é a tradução contemporânea dessa história: moradas suspensas entre o Atlântico e as colinas.
O empreendimento dialoga com a obra do fotógrafo Rafael Saldanha, que retrata a vida dos pescadores de Penha — a bússola, a lida, o sustento, a baleeira. Cada imagem é um capítulo da identidade açoriana que o Açores carrega.

Nas mãos marcadas pelo tempo, a bússola aponta o norte — silenciosa, imune às marés da incerteza.

A cultura açoriana é parte essencial da identidade de Penha: tradições, festas, costumes e o respeito à natureza.

A pesca do camarão sustenta muitas famílias em Penha — uma luta diária cada vez mais difícil.

A embarcação da caça à baleia em Armação do Itapocorói no século XVIII, de proa e popa iguais. Penha é onde mais se avista esse barco no Brasil.

Seu Ludo parte antes do sol, sem bússola nem GPS — apenas as estrelas e o sussurro das ondas mostram o caminho.
No litoral norte catarinense, na Costa Verde e Mar, com acesso pela BR-101 e a 25 minutos do aeroporto de Navegantes. Toda a infraestrutura de uma cidade com a tranquilidade de uma cidade praiana.
Gire a torre, passe o cursor pelos andares e clique para conhecer cada nível.
Três salas comerciais no térreo, projetadas para oferecer serviços e conveniência a moradores e à comunidade. Painéis de madeira, jardins verticais e a curva das ondas desenhada na fachada.
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